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terça-feira, julho 20, 2010
sábado, junho 05, 2010
Código de Ética para os Historiadores
Explicação Necessária:
Companheiros.
Em 2009, diante da provisória suspensão da circulação do Jornal “4ª Geração” e da Revista “Sei que vou por aqui (editada pelo Companheiro Gumercindo Rocha Dórea), por falta de recursos, o então Secretário de Propaganda do NIERJ – hoje, Presidente -, o Companheiro Guilherme Jorge Figueira, sentiu a necessidade de um periódico, mesmo modesto, que mantivesse o contato entre os Integralistas, veiculando matérias doutrinárias, históricas e informativas sobre o nosso Movimento. Assim, surgiu o “Bandeira do Sigma”, que de Boletim de âmbito estadual (Rio de Janeiro), tornou-se um periódico de circulação nacional, preenchendo uma lacuna em nossos meios de comunicação. Os que desejarem receber gratuitamente o Boletim, deverão escrever para contato@integralismorio.org, informando nome e endereço completos. Os que desejarem formar coleção, poderão adquirir os números atrasados pelo Portal Tenda Verde, http://www.tendaverde.net
Já tivemos a honra de reproduzir alguns Artigos do Bandeira do Sigma e o faremos novamente a seguir, publicando matérias extraídas do Nº 10. A primeira é o Editorial, de autoria do já citado Companheiro Guilherme Figueira, que tomamos a liberdade de renomear para “Código de Ética para os Historiadores”, e a outra, uma nota sobre um Encontro de “Historiadores”. Estes dois Textos exemplificam muito bem o sentimento dos Camisas Verdes em relação à máfia que controla os ambientes acadêmicos da História. Leiam e opinem.
Anauê!
Companheiros.
Em 2009, diante da provisória suspensão da circulação do Jornal “4ª Geração” e da Revista “Sei que vou por aqui (editada pelo Companheiro Gumercindo Rocha Dórea), por falta de recursos, o então Secretário de Propaganda do NIERJ – hoje, Presidente -, o Companheiro Guilherme Jorge Figueira, sentiu a necessidade de um periódico, mesmo modesto, que mantivesse o contato entre os Integralistas, veiculando matérias doutrinárias, históricas e informativas sobre o nosso Movimento. Assim, surgiu o “Bandeira do Sigma”, que de Boletim de âmbito estadual (Rio de Janeiro), tornou-se um periódico de circulação nacional, preenchendo uma lacuna em nossos meios de comunicação. Os que desejarem receber gratuitamente o Boletim, deverão escrever para contato@integralismorio.org, informando nome e endereço completos. Os que desejarem formar coleção, poderão adquirir os números atrasados pelo Portal Tenda Verde, http://www.tendaverde.net
Já tivemos a honra de reproduzir alguns Artigos do Bandeira do Sigma e o faremos novamente a seguir, publicando matérias extraídas do Nº 10. A primeira é o Editorial, de autoria do já citado Companheiro Guilherme Figueira, que tomamos a liberdade de renomear para “Código de Ética para os Historiadores”, e a outra, uma nota sobre um Encontro de “Historiadores”. Estes dois Textos exemplificam muito bem o sentimento dos Camisas Verdes em relação à máfia que controla os ambientes acadêmicos da História. Leiam e opinem.
Anauê!
Código de Ética para os Historiadores
Jorge Figueira*
Aprovada na Câmara dos Deputados e encaminhada para o Senado Federal a regulamentação da profissão dos Historiadores. O Projeto, apadrinhado pelo Sen. Paulo Paim (PT-RS), vem em boa hora para colocar ordem numa profissão onde as publicações de inverdades acompanhadas de militâncias esquerdistas prevalecem. A histórica Acção Integralista Brasileira é uma das inúmeras instituições que sofrem com essas publicações acadêmicas, financiadas em sua maioria com dinheiro público.
Uma das formas de se evitar tal “farra do boi” seria a criação de um Código de Ética. Este Código teria como finalidade, não censurar as publicações, e, sim, traçar uma linha de conduta adequada visando interesses coletivos e o bem da sociedade.
Os Historiadores nada mais são do que construtores do passado, por isso seu trabalho tem impacto imediato na vida de nossa sociedade. No momento em que um pesquisador, através de suas paixões ideológicas, publica artigos e livros difamatórios, está construindo uma inverdade que irá influenciar na vida de todos nós.
Um exemplo desta situação é o IV Encontro dos Pesquisadores do Integralismo, que está ocorrendo neste mês, na Universidade Federal de Juiz de Fora – MG -, onde já o cartaz de divulgação do evento faz uma associação bizarra com movimentos totalitários europeus. Dessa forma, sem nem irmos ao evento, já podemos imaginar o que se pode esperar de tal encontro. Qual o objetivo desta associação? Por que desinformar ao invés de informar? Estas são perguntas que há mais de 70 anos os Integralistas se fazem. A falta de material para pesquisa não é desculpa para tal associação, ao contrário, atualmente, diversos Arquivos Públicos Estaduais disponibilizam seu acervo, como também portais na Internet. Se o pesquisador fizer uma análise superficial apenas, já irá visualizar a diferença entre a Doutrina do Sigma e os movimentos totalitários europeus, como o nazismo e o fascismo.
Por fim, para os interessados em pesquisar os últimos três encontros dos pesquisadores, seus trabalhos estão disponíveis na Internet, porém, antes de ler tais trabalhos, aconselho a preparar o estômago para tantas calúnias.
* Σ – Publicitário – Rio de Janeiro(RJ). Presidente dos Núcleos Integralistas do Estado do Rio de Janeiro – NIERJ.
Uma das formas de se evitar tal “farra do boi” seria a criação de um Código de Ética. Este Código teria como finalidade, não censurar as publicações, e, sim, traçar uma linha de conduta adequada visando interesses coletivos e o bem da sociedade.
Os Historiadores nada mais são do que construtores do passado, por isso seu trabalho tem impacto imediato na vida de nossa sociedade. No momento em que um pesquisador, através de suas paixões ideológicas, publica artigos e livros difamatórios, está construindo uma inverdade que irá influenciar na vida de todos nós.
Um exemplo desta situação é o IV Encontro dos Pesquisadores do Integralismo, que está ocorrendo neste mês, na Universidade Federal de Juiz de Fora – MG -, onde já o cartaz de divulgação do evento faz uma associação bizarra com movimentos totalitários europeus. Dessa forma, sem nem irmos ao evento, já podemos imaginar o que se pode esperar de tal encontro. Qual o objetivo desta associação? Por que desinformar ao invés de informar? Estas são perguntas que há mais de 70 anos os Integralistas se fazem. A falta de material para pesquisa não é desculpa para tal associação, ao contrário, atualmente, diversos Arquivos Públicos Estaduais disponibilizam seu acervo, como também portais na Internet. Se o pesquisador fizer uma análise superficial apenas, já irá visualizar a diferença entre a Doutrina do Sigma e os movimentos totalitários europeus, como o nazismo e o fascismo.
Por fim, para os interessados em pesquisar os últimos três encontros dos pesquisadores, seus trabalhos estão disponíveis na Internet, porém, antes de ler tais trabalhos, aconselho a preparar o estômago para tantas calúnias.
“Historiadores” se reúnem no IV Encontro Nacional de Pesquisadores do Integralismo
Entre dias 10 e 13 de Maio de 2010, foi realizado na Universidade Federal de Juiz de Fora, mais um encontro dos supostos “pesquisadores” do Integralismo. O encontro chama a atenção pelos temas abordados, em especial o “Sigma na Atualidade”, cuja palestrante encarregada é uma senhora já conhecida dos Integralistas pelos seus trabalhos difamatórios a respeito da Doutrina do Sigma, estamos nos referindo à marxista Sra. Márcia Carneiro. Informamos aos leitores que, em nenhum momento a Frente Integralista Brasileira foi oficialmente convidada a participar do evento, sendo assim, os Companheiros podem imaginar as injúrias que foram proferidas contra nós neste encontro unilateral.(Textos transcritos de “Bandeira do Sigma”, Ano I, Nº 10, Maio de 2010, páginas 1 e 4)
* Σ – Publicitário – Rio de Janeiro(RJ). Presidente dos Núcleos Integralistas do Estado do Rio de Janeiro – NIERJ.
segunda-feira, maio 24, 2010
Gustavo Barroso e a Academia Brasileira de Letras
Guilherme Figueira*
Foi uma longa trajetória, está que trouxe o Secretário Nacional de Educação da AIB Gustavo Barroso à Academia Brasileira de Letras, e não estou falando da distancia geográfica que separa a cidade de Fortaleza, onde nasceu, à sede da ABL, no Rio de Janeiro. Estou falando da trajetória que todo intelectual percorre até ter seu trabalho reconhecido, e poucas vezes o reconhecimento leva a chegar àquela Casa. Muitos escritores que percorrem este caminho, quando lá chegam, têm sua participação beirando ao anonimato, porém, não foi isso que aconteceu com Gustavo Barroso. O Secretário Nacional de Educação da AIB, antes de conseguir ser eleito na Cadeira 19, em 8 de março de 1923, tentou quatro vezes, tendo tido êxito apenas na quinta. Vale ressaltar que Barroso foi o terceiro ocupante dessa cadeira, sucedendo ao escritor D. Silvério Gomes Pimenta.
Na sua posse, foi recebido pelo Acadêmico Alberto Faria, que ressaltou a presença do mais jovem membro no quadro da época, 34 anos, e sua prolífica publicação de até então 17 livros. Após ingressar na Academia Brasileira de Letras, o mais novo acadêmico passou a atuar no cargo de tesoureiro da instituição, o que lhe valeu participar ativamente na adaptação do prédio do Petit Trianon, oferecido pelo Governo francês ao Governo brasileiro. Gustavo Barroso também exerceu outros cargos na administração da Academia Brasileira de Letras, se destacando na presidência da Casa nas gestões de 1932/1933 e 1949/1950.
João do Norte, Nautilus, Jotanne e Cláudio França foram alguns dos diversos pseudônimos que Gustavo Barroso utilizou em suas obras. Infelizmente, a maior parte da sua Obra não se encontra reunida nos Livros, mas, espalhada por diversos jornais e revistas, nacionais e estrangeiros, destacando-se pelo longo período de sua colaboração, a revista Fon-Fon, na qual que escreveu assiduamente.
O Boletim Bandeira do Sigma recomenda a leitura de um dos maiores, se não o maior ensaio sobre a natureza e os costumes do sertão cearense, me refiro ao aclamado livro Terra de Sol, de autoria do Secretário Nacional de Educação da AIB, Gustavo Barroso. Outras obras, estas Integralistas, poderiam ser recomendadas, porém, para compreender a genialidade do Imortal sugiro primeiramente esta obra, já que é uma das mais famosas entre os seus 128 livros.
* Σ – Publicitário – RJ.
Na sua posse, foi recebido pelo Acadêmico Alberto Faria, que ressaltou a presença do mais jovem membro no quadro da época, 34 anos, e sua prolífica publicação de até então 17 livros. Após ingressar na Academia Brasileira de Letras, o mais novo acadêmico passou a atuar no cargo de tesoureiro da instituição, o que lhe valeu participar ativamente na adaptação do prédio do Petit Trianon, oferecido pelo Governo francês ao Governo brasileiro. Gustavo Barroso também exerceu outros cargos na administração da Academia Brasileira de Letras, se destacando na presidência da Casa nas gestões de 1932/1933 e 1949/1950.
João do Norte, Nautilus, Jotanne e Cláudio França foram alguns dos diversos pseudônimos que Gustavo Barroso utilizou em suas obras. Infelizmente, a maior parte da sua Obra não se encontra reunida nos Livros, mas, espalhada por diversos jornais e revistas, nacionais e estrangeiros, destacando-se pelo longo período de sua colaboração, a revista Fon-Fon, na qual que escreveu assiduamente.
O Boletim Bandeira do Sigma recomenda a leitura de um dos maiores, se não o maior ensaio sobre a natureza e os costumes do sertão cearense, me refiro ao aclamado livro Terra de Sol, de autoria do Secretário Nacional de Educação da AIB, Gustavo Barroso. Outras obras, estas Integralistas, poderiam ser recomendadas, porém, para compreender a genialidade do Imortal sugiro primeiramente esta obra, já que é uma das mais famosas entre os seus 128 livros.
(Transcrito do Boletim “Bandeira do Sigma”, Janeiro de 2010, Ano I, Nº 6, página 2)
* Σ – Publicitário – RJ.
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